Toto Wolff admite que George Russell pode ter ficado um ano a mais na Williams

George Russell viveu no passado domingo aquele que é o momento alto da sua carreira na Fórmula 1 até ao momento, com a sua primeira vitória conseguida no GP de São Paulo. Fê-lo ao serviço da Mercedes, onde entrou com Junior Driver em 2017 fazendo a escalada até à categoria rainha em conjunto – embora se tenha estreado na condição de emprestado à Williams.

Citado pelo site Motorsport.com, o diretor-executivo da Mercedes para a F1, Toto Wolff, confidenciou que, após os resultados do passado domingo recordou o percurso do #63 desde que chegou ao programa de desenvolvimento de pilotos do construtor:

– Pensei sobre isto no fim da corrida, quando ele entrou com 16 anos com o fato dele e a apresentação de PowerPoint. Ele é o primeiro do nosso novo programa de jovens que ganhou uma corrida. É óbvio que o Lewis esteve sempre aqui e é o mais bem-sicedido dos que saiu da nossa academia de jovens. Mas, seis anos mais tarde, [Russell] é vencedor de Grandes Prémios. Sempre estabelecemos objetivos difíceis. Tens de ganhar as GP3, tens de ganhar a Fórmula 2, e ele fê-lo na época de estreia’.

A chegada de Russell à F1 foi com a Williams em 2019 e, até sair no fim de 2021, a equipa nunca saiu da zona inferior da classificação – sem ter muitos argumentos para lutar por pontos. Wolff considera que foi uma boa aprendizagem, mas pode ter durado demais: ‘Calculo que na Williams foi a melhor escola que ele poderia ter tido, talvez um ano a mais. Mas, em qualquer caso, hoje o mais relevante é que ele é um vencedor de Grande Prémio e um vencedor merecido’.

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