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Rendimento dos Audi preocupa a Prodrive: ‘Pode matar a competição’

Na estreia dos seus carros elétricos no Dakar, a Audi ficou longe das posições cimeiras, mas não deixou de demonstrar o potencial do RS Q e-tron. Sem...

Na estreia dos seus carros elétricos no Dakar, a Audi ficou longe das posições cimeiras, mas não deixou de demonstrar o potencial do RS Q e-tron. Sem um incidente de Stéphane Peterhansel e problemas de navegação de Carlos Sainz e Mattias Ekström logo na primeira etapa, a classificação final poderia ter sido bem diferente, como demonstram as quatro vitórias em 12 etapas.





Ekström foi o melhor da Audi, em nono, mas a prestação diária dos Audi deixou a concorrência alarmada – em particular a Bahrain Raid Xtreme gerida pela Prodrive, cujo dirigente David Richards deixou bem expressa a sua preocupação com o rendimento superior dos Audi: ‘Penso que temos de encontrar um bom equilíbrio agora, porque é muito claro que este ano [o Mundial de Rally-Raid] será entre nós e a Toyota, mas todos sabem que o Audi é agora muito mais rápido do que todos os nossos carros [os T1+]. É o carro mais rápido por grande margem. Por isso temos de encontrar um equilíbrio para que todos estejam em pé de igualdade. E esse é o trabalho para a FIA. De contrário, a Audi poderia matar a competição. Portanto temos de resolver isso’.





O britânico disse ainda, em declarações captadas pelo Motorsport.com, que o problema maior é o rendimento dos Audi, uma vez que entre a Bahrain Raid Xtreme e a Toyota a opinião generalizada é a de que há equilíbrio: ‘É muito difícil para a FIA neste momento controlar quando tens novas tecnologias. E por isso temos de dar-lhes algum benefício de dúvida, ter algum tempo para analisar os dados e equalizar tudo outra vez. Creio que entre nós e a Toyota não podemos discutir de todo. Parece muito justo. Falei com o Seb [Loeb], falei com o Nasser [Al-Attiyah], todos parecem pensar que nós e a Toyota estamos muito iguais’.


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