‘Posição complicada’ de Alexander Albon no início de carreira ensinou-o ‘a ser mais egoísta’

Alexander Albon teve este ano uma segunda oportunidade no pelotão da Fórmula 1, com a Williams. Estreou-se na categoria rainha em 2019 com a Toro Ross...

Alexander Albon teve este ano uma segunda oportunidade no pelotão da Fórmula 1, com a Williams. Estreou-se na categoria rainha em 2019 com a Toro Rosso e, depois do meio dessa temporada, foi logo colocado numa das equipas que tem legítimas aspirações a ganhar – a Red Bull. E lá as coisas não lhe correram de feição, perdendo o lugar no fim de 2020.

Em retrospetiva, o anglo-tailandês admitiu agora ao site RaceFans.net que a relativa falta de apoio e ritmo acelerado na sua trajetória não o deixaram numa situação nada fácil: ‘Acho que há esta sensação, no começo da minha carreira – especialmente na Fórmula 1 – que fui acelerado, muito, muito rapidamente para uma equipa de topo. Basicamente, sem uma verdadeira estrutura de apoio à minha volta. Era como que eu, o meu treinador e a minha família. É uma posição complicada’.

De seguida, Albon aprofundou: ‘Tudo é tão glamoroso. Entras e... não quero dizer que te tornas uma pessoa de «sim», mas nesse sentido em que sou um rookie e estou a aprender e tudo se está a tornar novo. Digamos que tenho deveres de imprensa: «Sim, claro, sem problema». Ou, digamos, «tens de experimentar isto no carro» – não há problema. Queres fazer as coisas certas. Estar disposto. Calculo que o que isso me ensinou foi a ser mais egoísta, nesse sentido’.

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