Aston Martin não quis desvirtuar as regras com a nova asa traseira

No GP da Hungria de Fórmula 1, a Aston Martin introduziu uma nova asa traseira no seu monolugar que já deu que falar e atraiu muitos olhares. Trata-se...

No GP da Hungria de Fórmula 1, a Aston Martin introduziu uma nova asa traseira no seu monolugar que já deu que falar e atraiu muitos olhares. Trata-se de um conceito distinto dos que se têm visto com as regras de 2022, mais tradicional – gerando dúvidas sobre se se coaduna com o espírito dos regulamentos.

Tom McCullough, diretor de performance da Aston Martin, esclareceu citado pelo site the-race.com que a equipa não quis, de nenhum modo, ir contra as regras ou as intenções das mesmas sobre a quantidade de turbulência gerada na esteira de um monolugar: ‘Foi parte de garantirmos que estava bem, porque a intenção das regras está lá. Mas fomos capazes de mostrar com as simulações que não tem um efeito material nisso de todo. Toda a filosofia do carro é tão dominante, e a ideia da asa é uma característica muito pequena nele’.

Segundo o responsável, a solução foi trabalhada e estudada durante muito tempo, com consulta junto da FIA, antes de ser introduzida: ‘Passámos meses, desde a nossa interpretação inicial e do nosso entendimento, a comunicar com o departamento técnico da FIA. Depois chegámos ao ponto em que quando passámos por vários processos, eles concordaram que tínhamos cumprido todos os regulamentos técnicos. Depois decidimos fazê-la, e foi por isso que demorou algum tempo a chegar à pista. Demorou vários meses desde o primeiro contacto até à aprovação total da FIA’.

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